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  • Foto do escritorRicardo Welbert

Chuvas reacendem alerta sobre capacidade da barragem do Carioca em Pará de Minas

Defesa Civil reforça monitoramento de represa que em 2022 teve alerta de 'risco máximo'


Imagem de arquivo mostra momento de cheia na barragem da Usina do Carioca (Foto: PM/Divulgação)

O aumento no volume de chuvas volta a acender um alerta sobre a capacidade da barragem da Usina do Carioca, em Pará de Minas. De acordo com a Defesa Civil de Minas Gerais, o monitoramento do nível de água da represa foi reforçado nesta quinta-feira (5).


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O órgão não detalha o volume atingido pelo nível da água na represa, mas afirma que ainda não ultrapassou a calha - uma medição feita pelos profissionais para analisar os riscos. Embora haja um monitoramento mais ativo por causa da atual temporada de chuvas, a Defesa Civil descarta, ao menos por enquanto, risco iminente de rompimento e afirma que se trata apenas de uma medida preventiva.


'Nível normal'


A situação de momento é tranquila, garante a Defesa Civil. Uma vistoria visual feita nesta quinta apontou que a barragem do Carioca tem o nível normal e não está com sujeira acumulada. O monitorando está sendo feito de forma preventiva. "Não há risco, não há alarme. A situação é estável", reforça o órgão.


Cheias do ano passado


Desde dezembro de 2022 o nível da água do rio São João é acompanhado constantemente. Em janeiro do mesmo ano os moradores da comunidade rural viveram momentos de tensão ao ser emitido “alerta máximo”.


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Centenas de famílias foram retiradas dos imóveis e levadas a abrigos e casas de familiares e amigos. O alerta foi ampliado a quem vive em municípios vizinhos, como Onça do Pitangui, São João de Cima, Casquilho de Baixo, Casquilho de Cima e Conceição do Pará.


Comunidades unidas


Em dezembro do ano passado foi instalado o Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil no distrito de Carioca. Profissionais acompanham a situação e orientam moradores sobre inundações, enchentes, deslizamentos de massas e quedas de barrancos, por exemplo. Cerca de 830 pessoas vivem no local.


Com informações do "Estado de Minas"

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