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  • Foto do escritorRicardo Welbert

Corpo de jovem que se afogou no Lago de Furnas é enterrado em Arcos

Leandro da Paz Ribeiro, 21, desapareceu na água no domingo (1º); Marinha apura responsabilidades

Leandro da Paz Ribeiro em um registro pessoal (Foto: Reprodução de mídias sociais)

Foi enterrado ao fim da tarde desta quarta-feira (4), no cemitério municipal de Arcos, o corpo do jovem Leandro da Paz Ribeiro, de 21 anos, que se afogou no lago de Furnas no último domingo (1º). Após quatro dias de buscas, ele foi encontrado logo pela manhã em uma área da represa.



No primeiro dia de 2023 ele estava em uma lancha com familiares quando teria pulado da embarcação para nadar e não voltou. Segundo bombeiros, o corpo estava a cerca de cinco metros de profundidade e foi localizado pelos mergulhadores que trabalhavam na busca.


Ponto do Lago de Furnas onde jovem desapareceu (Foto: CBM/Divulgação)

Por causa do estado avançado de decomposição, o corpo não pôde ser velado e foi sepultado por volta das 17h após um cortejo por ruas da cidade.


Bombeiros durante buscas com uso de barco e mergulhador (Foto: CBM/Divulgação)

Estudante em férias

O jovem era da cidade de Arcos e havia ido passar a virada do ano com amigos e a família. Ele era estudante de medicina e morava há um ano em Rosário, na Argentina. Chegou a Arcos para o Natal e voltaria ao fim de fevereiro ao país vizinho para o início das aulas.


Leandro da Paz Ribeiro em um registro pessoal (Foto: Reprodução de mídias sociais)

Leandro desapareceu em um local conhecido como Ilha das Pedras. Ao todo havia nove pessoas na lancha no momento do desaparecimento, além do dono da embarcação.


Investigação


A Marinha do Brasil informou, por meio de nota divulgada nesta quarta, que um inquérito administrativo foi instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades pela ocorrência. Espera ainda que essa tragédia reforce as iniciativas de segurança para evitar que outras como essa ocorram.



A Marinha informou ainda que tão logo seja concluído o inquérito e cumpridas as formalidades legais, o relatório será encaminhado ao Tribunal Marítimo, que fará a devida distribuição e autuação, o qual dará vista à Procuradoria Especial da Marinha para que adote medicas cabíveis.


Com informações do "G1"


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